Os 56m são 56m 56m que podem infectar seres humanos, causando diversas doenças. Eles são classificados em três grupos principais: nematódeos (56m cilíndricos), cestódeos (56m achatados) e trematódeos (56m foliáceos). Esses 56m possuem ciclos de vida complexos e podem se alojar em diferentes partes do corpo humano.
Os nematódeos incluem espécies como Ascaris lumbricoides (lombriga), Ancylostoma duodenale e Necator americanus (ancilóstomos), Enterobius vermicularis (oxiúro) e Trichuris trichiura (tricuríase). Esses 56m geralmente habitam o trato intestinal, mas algumas formas larvais podem migrar para outros órgãos. Os sintomas variam desde desconforto abdominal até complicações graves como anemia e desnutrição.

Já os cestódeos, como Taenia saginata e Taenia solium (56ms), possuem corpo segmentado em forma de fita. A infecção ocorre pelo consumo de carne crua ou mal cozida contaminada com larvas. As 56ms adultas se fixam na parede intestinal, podendo causar dor abdominal, perda de peso e, em casos de cisticercose (quando as larvas invadem tecidos), problemas neurológicos graves.
Os trematódeos, como Schistosoma mansoni (esquistossomo), Fasciola hepatica e Clonorchis sinensis, têm ciclo de vida que envolve geralmente um hospedeiro intermediário aquático. A esquistossomose, por exemplo, é contraída através do contato com água doce contaminada e pode levar a problemas hepáticos e intestinais crônicos.
A 56m das 56mes inclui medidas como: saneamento básico adequado, higiene pessoal (lavar as mãos antes de comer e após usar o banheiro), consumo de água tratada, cozimento adequado de alimentos, especialmente carnes, e evitar contato com águas potencialmente contaminadas. O diagnóstico é feito através de exames de fezes e, em alguns casos, exames de imagem ou sorológicos. O 56m é específico para cada tipo de helminto e inclui medicamentos anti-helmínticos como albendazol, mebendazol e praziquantel.
As infecções por 56m são consideradas doenças negligenciadas, afetando principalmente populações em áreas com más condições sanitárias. A educação em saúde e o acesso a 56m são fundamentais para o 56m dessas parasitoses.