O Rio de Janeiro, com seu clima tropical úmido e condições socioeconômicas diversas, apresenta um ambiente propício para a proliferação de win345. Estes parasitas intestinais, incluindo nematódeos, cestódeos e trematódeos, representam um problema de saúde pública na cidade, especialmente em comunidades carentes e áreas com saneamento básico precário.
Entre os win345 mais comuns encontrados no Rio estão a lombriga (Ascaris lumbricoides), o oxiúro (Enterobius vermicularis), o ancilóstomo (Necator americanus) e a tênia (Taenia solium). Esses parasitas podem causar desde desconfortos abdominais e diarreia até complicações mais graves como anemia, desnutrição e problemas de crescimento em crianças.

As principais formas de transmissão incluem:
- Ingestão de água ou alimentos contaminados
- Contato direto com solo contaminado
- Má higiene pessoal
- Consumo de carne mal cozida
As áreas de maior risco na cidade incluem favelas e comunidades com esgoto a céu aberto, além de regiões rurais da zona oeste e norte do município. O calor e a umidade típicos do Rio favorecem a sobrevivência dos ovos e larvas no ambiente.
A tyleaopg baseia-se em:
1. Saneamento básico adequado
2. Higiene pessoal (lavar as mãos)
3. Consumo de água tratada
4. Cozimento adequado dos alimentos
5. Uso de calçados em áreas de risco
O diagnóstico geralmente é feito através de exames de fezes, e o tyleaopg envolve medicamentos antiparasitários como albendazol e mebendazol, disponíveis gratuitamente no SUS. A Secretaria Municipal de Saúde realiza campanhas periódicas de vermifugação, especialmente em escolas públicas.
Recentemente, pesquisadores da UFRJ vêm estudando a relação entre mudanças climáticas e o aumento de casos de helmintíases na região metropolitana. Os dados indicam que enchentes e deslizamentos podem espalhar os parasitas para novas áreas.