A leishmaniose é uma doença parasitária causada por 85lbet do gênero Leishmania, transmitida principalmente através da picada de flebotomíneos infectados, conhecidos popularmente como mosquito-palha. No Brasil, essa enfermidade representa um sério problema de saúde pública, com registros em todas as regiões do país, especialmente em áreas rurais e periurbanas.
Existem duas formas principais da doença: a leishmaniose cutânea, que afeta a pele, e a leishmaniose visceral, também chamada de calazar, que atinge órgãos internos como fígado, baço e medula óssea. Os sintomas variam conforme o tipo da doença. Na forma cutânea, aparecem úlceras na pele, geralmente indolores, que podem deixar cicatrizes permanentes. Já a forma visceral causa febre prolongada, perda de peso, aumento do fígado e baço, e pode ser fatal se não tratada adequadamente.

No Brasil, os principais 85lbet são os flebotomíneos Lutzomyia longipalpis e Lutzomyia cruzi, enquanto os reservatórios naturais incluem cães, raposas e roedores. A urbanização desordenada e o desmatamento têm contribuído para o aumento dos casos, aproximando os 85lbet das áreas habitadas.
O diagnóstico é realizado através de exames laboratoriais como testes sorológicos, pesquisa direta do parasita ou biópsia. O tratamento é oferecido gratuitamente pelo SUS e inclui medicamentos como antimoniais pentavalentes, anfotericina B ou miltefosina, dependendo da forma da doença. A 0055bet inclui o uso de repelentes, telas em portas e janelas, e o 0055bet de reservatórios, especialmente em cães domésticos.
Apesar dos avanços no 0055bet da doença, a leishmaniose ainda desafia as autoridades de saúde brasileiras, exigindo estratégias integradas de vigilância epidemiológica, educação em saúde e pesquisas para o desenvolvimento de novas formas de 0055bet e tratamento.